Fernando Pessoa (Alberto Caeiro, 1915)
Quanto mais leio o nosso Grande Poeta, mais gosto! Sinto-me nos seus versos, nos seus pensamentos,
no modo como transforma a natureza! Como tudo é tão simples e tão profundo!
Perdi do meu campo de visão, das minhas sensações
materiais um amigo muito especial, há quase um ano! Deixei de o ver, de ouvir, de ler os textos poéticos
que me escrevia cheios de ternura e sensibilidade,
mas acho que ele continua vivo nas minhas flores,
especialmente nas minhas hidrangeas aqui "in Paradise"! Vou pela a estrada...
e sinto que o vou encontrar na próxima curva... |
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